Queridos irmão, muita Paz, Luz e Harmonia! Este é o protótipo de um blog que será mantido pelo Departamento de Comuicação do Centro Espítita Paz, Luz e Harmonia. Em breve teremos uma página repleta de informações acerca de eventos, palestras, seminários dentro e fora de nossa casa. Contamos com a participação e visita de todos.
Que Jesus abençoe a todos nossos bons propósitos.
Muita paz!
6 comentários:
Meus queridos amigos, que o Mestre Jesus abençoe a cada um de nós e a todos aqueles que nos rodeiam.
Desperdício
O homem é habitualmente cheio de desejos, projetos e sonhos.
Na busca da felicidade, sempre parece lhe faltar algo.
Pode ser dinheiro, raramente considerado suficiente.
Ou uma relação amorosa, cuja ausência causa amargor.
Por vezes a própria aparência física não satisfaz e isso gera desconforto.
Ordinariamente, sempre há alguma coisa em falta, no balanço do viver humano.
Não há nada de errado em ter desejos e sonhos.
O problema reside em não valorizar o que se tem e em achar que a plenitude reside no que falta.
A Espiritualidade Superior ensina que a existência terrena assemelha-se a um curso de aperfeiçoamento.
As condições de vida de cada um guardam relação com suas necessidades de aprendizado.
Enquanto a lição não for assimilada, ela continuará a ser repetida.
Assim, importa não desperdiçar os tesouros que batem à porta.
Por vezes, eles chegam em embalagens pouco atraentes.
Mas sempre representam uma oportunidade de aprendizado e libertação.
O familiar carente e enfermo é uma dádiva na vida de quem necessita aprender a ser abnegado.
O colega difícil afigura-se uma bênção para o carente de tolerância
As dificuldades financeiras trazem a preciosa lição da frugalidade.
Situações de desvalimento propiciam o aprendizado da humildade.
A ausência de um afeto profundo traz o ensinamento da continência e da sublimação.
A saúde frágil chama a atenção para a transitoriedade da vida humana e para a importância de se espiritualizar.
As experiências dolorosas em geral convidam a desenvolver empatia por quem sofre.
A desencarnação de um familiar ou amigo funciona como um convite para estender os laços da fraternidade.
Em tudo, há um aprendizado a ser feito.
A natureza da lição que se apresenta revela em quê reside a carência espiritual.
É no embate de cada dia que as lições de que se necessita lentamente chegam.
Importa não desperdiçá-las, enquanto se sonha com o impossível.
É bom sonhar, planejar e buscar, mas sem angústia.
Os sonhos precisam ser embalados pela confiança na Providência Divina.
O homem é livre para querer, apenas não deve se amargurar pelo que demora ou não se concretiza.
No contexto de uma vida terrestre, há sonhos que não podem se tornar realidade.
Ocorre que a experiência terrena, por longa que se afigure, sempre chega ao fim.
Então, será feito um balanço das bênçãos recebidas e de sua utilização, a benefício da própria paz.
Mais feliz será quem mais tiver aprendido com o que lhe coube viver no mundo.
Já aquele que desperdiçou suas oportunidades terá de repeti-las.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.
Em 31.03.2011.
Negócios
Ganhar a vida já não é suficiente, o trabalho tem que nos permitir vivê-la também.
A frase é daquele que é considerado o pai da administração moderna – Peter Drucker – e revela uma verdade preciosa para os dias de hoje.
Drucker acompanhou um período sem precedentes na Terra, no que diz respeito ao mundo dos negócios.
Nascido em 1909, veio a desencarnar em 2005, após uma vida de muitas conquistas e de farto material produzido na área corporativa.
Sua citação sobre o papel do trabalho, da profissão, em nossa existência, precisa ser analisada em profundidade, pois traz consequências imediatas em todo viver, uma vez colocada em prática.
A profissão tem como função principal nos fazer peça útil na sociedade e, também, nos propiciar o ganha-pão.
A reflexão de Drucker nos convida a pensar: De que adianta ganhar a vida, ter o meio de sustento, ter riqueza, se não consigo “usufruir” disso tudo para meu benefício?
O trabalho tem que nos permitir viver a vida. Ele não pode nos escravizar numa teia de compromissos, responsabilidades, sem nos deixar sequer respirar o ar de uma bela manhã.
Se nos transformamos nos chamados workaholics, perdemos o foco verdadeiro da encarnação, trocando os meios pelos fins.
Sim, a profissão, o trabalho, tudo isso são meios. Meio de subsistência; meio de crescimento intelectual, meio de ser útil.
Quando percebermos que o mundo dos negócios, a vida profissional está nos deixando quase loucos, é tempo de parar tudo e repensar.
Temos, como Espíritos encarnados, compromisso direto com a melhoria material do planeta, ao mesmo tempo que temos compromisso conosco de nos melhorarmos, de nos tornarmos pessoas de bem.
Assim, não podemos deixar que essas atividades simplesmente nos absorvam todas as energias, a ponto de nos fazer chegar em casa, ao final de cada dia, sem vontade sequer de conversar, de brincar com um filho pequeno, de sorrir.
Temos que dar a cada coisa seu devido valor. E o mundo dos negócios não pode ser mais importante do que a família, do que a saúde de nosso corpo e de nosso Espírito.
Se você percebe que a vida tem lhe carregado para esse caminho, pare, pense, reflita, reprograme tudo enquanto há tempo.
* * *
Do Eclesiastes do Antigo Testamento Bíblico retiramos:
Melhor é um punhado com descanso, do que ambas as mãos cheias com trabalho e aflição de espírito.
Pense nisso. Pense se realmente vale a pena tanta aflição, tanto desespero, tantas horas de tensão, apenas por questões puramente materiais.
Não podemos deixar de trabalhar, é certo, mas quem sabe possamos deixar o trabalho mais leve, menos extenuante, menos neurótico, permitindo que vivamos a vida em abundância.
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita.
Resgate de um herói
A História do Brasil registra feitos de muitos heróis. Heróis de guerras, heróis que morreram em defesa da liberdade do nosso país.
Contudo, ainda hoje, existem outros tantos heróis desconhecidos que nos merecem todas as honrarias.
É possível que poucos ou nenhum de nós tenha ouvido falar a respeito de Luiz Martins de Souza Dantas. Seu nome, em verdade, não figura em nenhum livro-texto de História do Brasil.
Descendente de uma das mais ilustres famílias do Império, após seguir uma apreciável carreira política, por vários anos, dentro e fora do Brasil, foi nomeado Embaixador na França.
Apreciador das artes, da música, é descrito como uma alma nobre e generosa.
Anfitrião impecável dos brasileiros em Paris, era também um grande filantropo, disposto a ajudar todos os que passaram por sua vida.
Diplomata experiente, dotado de grande inteligência e perspicácia, Dantas circulava entre os mais altos e restritos círculos diplomáticos.
Cedo compreendeu a catástrofe, prestes a se abater sobre a Humanidade, com a ascensão do nazismo.
Dizia ser aquela uma época de trevas e de barbáries.
Quando eclodiu a Segunda Guerra Mundial, o Itamaraty já havia baixado uma série de leis e circulares, dificultando a entrada, no Brasil, de pessoas de raça semítica.
Souza Dantas, apesar dessas proibições, decidiu agir de acordo com sua consciência, conseguindo passaportes e assinando pessoalmente os vistos.
Entre as cerca de 800 pessoas, 425 delas de origem judaica, que entraram no Brasil, graças a Dantas, algumas viriam a ter destaque na vida brasileira, como o ator e diretor teatral Ziembinski.
Em novembro de 1940, o Embaixador Dantas foi advertido pelo Itamaraty, pelas suas concessões. Ele continuou a expedir vistos, com datas retroativas, de forma a serem anteriores à instrução.
Em 1942, Dantas enfrentou a Gestapo. Ele e os demais membros da representação brasileira, em Vichy, na França, foram confinados, em condições precárias, por catorze meses.
Por sua ousadia, mesmo concluída a guerra, foi relegado ao ostracismo diplomático, pelo governo brasileiro.
Somente depois de dezembro de 1945, ele seria nomeado para chefiar a delegação brasileira na ONU.
Morreu pobre e abandonado, em um humilde quarto de hotel, em Paris, em 1954.
No ano de 2003, seu nome foi inscrito no Museu do Holocausto, em Jerusalém, como Justo entre as nações, por seu empenho pessoal na emissão de centenas de vistos, durante os anos mais duros da repressão nazista na Europa.
O homem que pôs em risco sua carreira e sua vida, que desafiou nazistas na Europa e políticos no Brasil, recebeu a medalha póstuma, por seus méritos.
Ele merece brilhar na galeria universal dos heróis do século vinte.
Redação do Momento Espírita, com base no livro Quixote nas trevas, de Fabio Koifman, ed. Record.
bom trabalho. muita paz.
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